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CENTRO ANTITÓXICOS DE PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO – CAPE

CENTRO ANTITÓXICOS DE PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO – CAPE


LEGISLAÇÃO:

RESOLUÇÃO n.º 226 de 17 de março de 1994, D.º n.º 4.230 de 28.03.94 – Cria junto a Delegacia Antitóxicos o “CENTRO ANTITÓXICOS DE PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO – CAPE”.

O Secretário de Segurança Pública, Dr. José Moacir Favetti, no uso das atribuições conferidas pelo art. 9º, inciso IX, do Decreto n.º 2.998, de 19 de maio de 1988, resolve:
I – Criar junto a Delegacia Antitóxicos o “CENTRO ANTITÓXICOS DE PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO – CAPE”;
II – A estrutura organizacional e funcional do CAPE, será instituída por Portaria do Delegado Geral do Departamento da Polícia Civil do Paraná.

SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA, em 17 de março de 1994 inaugura o Centro Antitóxicos de Prevenção e Educação – CAPE, foi criado na estrutura organizacional da Delegacia Antitóxicos, pela Resolução n° 226/94, com a finalidade de desenvolver ações no âmbito do atendimento, orientação, encaminhamento e aos usuários de substâncias que determinem dependência física ou psíquica.

Em 09 de agosto de 2000, através do Decreto – lei n° 32.428, o CAPE passa a pertencer à Divisão de Narcóticos – DINARC. Atualmente DENARC (Divisão Estadual de Narcóticos).

O Centro Antitóxicos de Prevenção e Educação compete todas as atividades preventivas, como apresentação do museu de drogas, – abordando como um dos assuntos principais os malefícios das drogas – palestras em instituições, como empresas, escolas entre outros, distribuição de materiais específicos no combate às drogas, orientação ao dependente químico ou usuário e às suas famílias.

Visa possibilitar ajuda aos respectivos familiares que necessitam de informações e esclarecimentos a respeito do problema da drogadição por parte de seus filhos, bem como a formação de agentes multiplicadores para o combate ao uso de substâncias psicoativas.

Tem por atribuição o relacionamento com o público externo, visando desenvolver programas de prevenção ao uso indevido de substâncias psicoativas; o estabelecimento de convênios com clínicas e comunidades terapêuticas e encaminhamento de dependentes para tais instituições.

O CAPE é formado por uma equipe composta por policiais civis, psicóloga especialista em Dependência Química e Graduandos em Psicologia.

As atividades de prevenção são desenvolvidas através de vários programas, tais como Grupo de Prevenção à Recaída, Grupo de Orientação Familiar, Entrevistas Psicológicas de orientação ao dependente químico e família; Promover através de palestras, a prevenção sobre os malefícios causados pelo uso das drogas; Desenvolver e elaborar projetos que visam o combate ao uso de drogas; Organizar e elaborar material preventivo sobre as drogas.

Programa de Prevenção ao Abuso de Drogas

Orienta profissionais da área de prevenção, professores, pais e alunos, para atuarem na prevenção.

Palestras e Conferências

São realizadas geralmente em escolas e empresas, com a finalidade de estimular uma vida sadia, valorizando os aspectos psíquicos, físicos e sociais do ser humano, através da divulgação de conhecimentos e conceitos científicos dos malefícios causados no organismo pelo uso e abuso de drogas.


  PALESTRA  PALESTRA 2



  PALESTRA 3



Anamnese e encaminhamento de dependentes

Atende, avalia e encaminha para as entidades públicas, privadas ou profissionais especializados, os usuários de substâncias que determinem dependência física ou psíquica e que procuram ou foram encaminhados ao CAPE.

Grupo de Orientação Familiar

Atua orientando os familiares diante da problemática da dependência química, características, reações e manifestações do corpo do dependente frente as drogas, comportamentos comuns de um dependente químico e orientações sobre como a família pode atuar para lidar com o dependente em casa, em tratamento e após o tratamento.
A codependência é uma doença emocional que foi "diagnosticada" nos Estados Unidos por volta das décadas de 70 e 80, em uma clínica para dependentes químicos, através do atendimento a seus familiares. Porém, com os avanços dos estudos das causas e dos sintomas, que são vários, chegou-se à conclusão de que esta doença atinge não apenas os familiares dos dependentes químicos, mas um grande número de pessoas, cujos comportamentos e reações perante a vida são um meio de sobrevivência.
Os codependentes são aqueles que vivem em função do(s) outro (os), fazendo destes a razão de sua felicidade e bem-estar. São pessoas que têm baixa autoestima e intenso sentimento de culpa. Vivem tentando "ajudar" outras pessoas, esquecendo, na maior parte do tempo, de viver a própria vida, entre outras atitudes de autoanulação.

Grupo de Prevenção a Recaída

Busca oferecer suporte para que o dependente químico se mantenha em abstinência, proporcionando uma exposição de sentimentos e uma troca de experiências que o fortalecerá na decisão de deixar as drogas.





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