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O QUE É PREVENÇÃO

Segundo o dicionário Aurélio Buarque de Hollanda, prevenção é: "vir antes, avisar; preparar; impedir que se realize; antecipar uma informação; alertar sobre algo; preparar alguém / algo para evitar alguma coisa." A prevenção então é o ato ou efeito de prevenir, a disposição ou preparo antecipado; é o trabalho com valores, sentido da vida e com o projeto existencial de cada ser humano.

Prevenção Primária

Inicia-se pela educação em casa e nas escolas. Os pais devem privilegiar um diálogo franco com seus filhos (sem tabus), acompanhar o desenvolvimento escolar, atentos a qualquer manifestação brusca do curso formal educativo, deve manter a coerência entre aquilo que dizem e entre aquilo que fazem. O exemplo, não é a melhor maneira de convencer, mas sim a única. Este acompanhamento deve se dar principalmente na adolescência, onde os conflitos interiores, a curiosidade e a busca por querer fazer parte de um grupo social se acentuam. Nunca deve ser ignorada a busca do prazer.

A inclusão no currículo formal das escolas do tema: Drogas, suas causas e seus efeitos parecem ser no mínimo coerentes, visto que a prevenção primária é um processo basicamente pedagógico com pouquíssimas variantes. Grupos de teatro, ciclos de estudos, jornadas, debates, palestras, distribuição de material informativo-preventivo, murais informativos, gincanas, pesquisas de campo, são algumas das medidas que devem ser continuamente adotadas.
De um modo simplificado, a prevenção pode ser vista por dois prismas:

  • O da oferta - a ser desenvolvido pelos órgãos nele especializados, tais como a Polícia Civil, Militar e Federal e os órgãos de Justiça Estadual e Federal.
  • O da Procura - a ser desenvolvido por programas e serviços, públicos ou privados, que visem à redução da demanda.

As propostas dos trabalhos que visam atuar dentro da redução de demanda, apresentam diferentes pressupostos teóricos e filosóficos com relação a educação e ao ser humanos, porém a eficiência de cada modelo dependerá intimamente de cada região, do momento histórico e da população-alvo. Toda via, duas grandes linhas de ações se fazem distintas:

  • Aumento do Controle Social: Esta é uma proposta conservadora, surgiu em 1970, na reunião que a UNESCO promoveu a fim de conscientizar vários países da importância do desenvolvimento do processo de educação preventiva, sendo posta oficialmente em prática a partir desta época. Consiste em considerar o jovem incapaz de possuir o discernimento de suas ações e assumir a responsabilidade por seus atos. Enfatiza o conceito de punição e pouca tolerância em relação a juventude. Esta tática já foi experimentada em grandes escalas em outros países como os Estados Unidos, sem grande sucesso.
  • Ofertas Alternativas: Enfoca principalmente as condições sociais que favorecem ao consumo. É tida como uma abordagem moderna, mas nem de perto pode ser considerada como contemporânea. Surgiu em cima da "falência" do modelo de aumento do controle social. Acredita que o jovem busque a droga para escapar das pressões e frustrações causadas pela falta de perspectivas em sua vida.

O objetivo da prevenção primária é evitar a ocorrência da experimentação, do uso, do consumo de drogas e do problema que isto envolve, isto é, diminuir a incidência. É prevenir o uso da droga antes que ele comece (antes do primeiro contato com o produto)

Pesquisas revelam que a fonte mais imediata das drogas "é um colega da carteira ao lado". Educamos geralmente "a não aceitarem nada de pessoas estranhas, a não se envolver com estranhos", mas não os preparamos para as grandes realidades da vida, e uma delas é que "só ferra agente quem é amigo, pois o inimigo nem deixamos chegar perto", a outra "é que a gente só descobre quem é quem, quando alguém que deixamos se aproximar faz uma besteira com a gente" - são os ditos populares, o que rege o senso comum.


Prevenção Secundária

Certificado que indivíduos ou grupos têm feito uso habitual de drogas, faz-se uma abordagem distinta a fim de buscar a interrupção, a suspensão deste uso. Este conceito é aplicado para medidas que visem interromper o consumo quando este surge. A família ou instituição deve se abrir para o diálogo e esperar o momento certo para intervir.


Prevenção Terciária

Caracteriza-se por ações que busquem contrapor-se ao consumo de drogas que caracteriza dependência. Busca motivar os dependentes a buscar as medidas necessárias para o engajamento em um processo motivador de recuperação, a buscar tratamento. Busca-se nesta o incentivo do indivíduo e da família a acreditarem no processo de recuperação a colaborarem na reintegração social.


O PAPEL DA FAMÍLIA

  • Manter a atenção aos cuidados básicos e também de afetividade que vem desde o nascimento, como o contato físico, manifestação de ternura e amor por parte dos pais, mas nada em demasia. A superproteção (super-mãe, super-pai) não é necessária e tão pouco proveitosa. A facilitação é outro propulsor de comportamentos negativos.
  • Definir bem os papéis dos pais na relação familiar.
  • Evitar, desde a primeira infância, as ditas adições sociais, o uso abusivo de bebidas alcoólicas, de cigarros, medicamentos, compulsões pelo trabalho, comer demais, comprar demais, etc.
  • Orientar e acompanhar de perto o desenvolvimento da identidade pessoal.
  • Apoiar e desrespeitar a individualidade, despertando no indivíduo, o senso crítico, a coerência e principalmente a assertividade.
  • Conhecer e interagir com quem o indivíduo mantém relações interpessoais, observando principalmente os seus padrões de comportamento e se preparando devidamente, a fim de questionar junto ao ente familiar estas condutas. O conhecimento das famílias destes também se mostra importante.
  • Não exigir dos estabelecimentos de ensino, papéis que não a pertencem. Nenhuma escola tem problemas com drogas - são os alunos que a freqüentam que eventualmente os possuem. É importante ter uma participação ativa junto ao estabelecimento.
  • Estar atento às pressões do grupo social que o ente familiar está em contato. Acompanhar os modismos, ensinar a resistência das pressões destes grupos (os amigos - a chamada família paralela).
  • Orientar de forma clara, precisa e contínua a importância para a preparação para o futuro. Usar exemplos práticos e convincentes. Atuar constantemente se contrapondo ao imediatismo, que se apresenta até como característica natural dos jovens, ensinando aos mesmos como avaliar as conseqüências futuras de atitudes precipitadas.
  • Sempre apoiar a busca de ajuda pelo mesmo dentro da família, mostrando que esta é confiável e se posiciona de modo acolhedor - mas não facilitador. Sempre se prontificando a apoiar as decisões certas e coerentes na busca da resolução de seus problemas, por mais graves que estes sejam. Evite se posicionar: "pode dizer a verdade", "diga a verdade" e quando se diz a verdade "a casa cai". Incentive a verdade por mais dura que seja.
  • Atualizar sempre seus conhecimentos antes de querer passá-los adiante.
  • Certifique-se que está devidamente instruído sobre um determinado assunto antes de querer abordá-lo.
  • Não crie ou embarque no conflito de gerações. O jovem é por natureza de espírito revolucionário. Lembra-se? Não se acomode a este fato, aja com naturalidade, tudo bem que é mais fácil o jovem chegar a você do que você ao jovem, por isto é que você deve estar mais bem preparado.
  • Lembre-se de que a adolescência é uma fase de transição entre a infância e a idade adulta. O jovem realmente é "onipotente", "egocêntrico" e por muitas vezes egoísta. Ele desenvolve mecanismos de defesa por questões de insegurança. Trabalhe o desenvolvimento da assertividade. Vá com calma, mas vá. Estes moldes na personalidade e no apoio ao desenvolvimento da identidade devem ser feitos com cautela, através de ações práticas.
  • Evitar o autoritarismo e o excesso de permissividade. Equilíbrio e maneira constante de agir e reagir - garantindo coerência e constância neste equilíbrio.
  • Se não sabe, aprenda a ouvir, ouvir de novo e a ouvir mais uma vez e de novo ainda.
  • Além disto, ouça mais uma vez.
  • Nada de só proibir, aprenda a ouvir e a "ler" as "entrelinhas" de seu comportamento. Lembre-se, o corpo também "fala".
  • Reavaliar os valores super-rígidos, geralmente presentes. Rigidez é diferente de firmeza e ambos são diferentes de impor limites adequados. Vai ter que desenvolver bem o discernimento e a aplicabilidade destes contextos.
  • Ao dirigir-se ao indivíduo em questão, mantenha uma linguagem coerente, isto é, em consenso com sua posição e a sua idade (pais ou responsáveis, irmão, mas velho, etc.) nada de modificar a linguagem para a deles querendo se mostrar "avançado", "sabedor das gírias deles" etc. Este "tiro" geralmente sai pela culatra.
  • Institucionalizar o diálogo como marca oficial da família.
  • Oferecer momentos de lazer, ou ocupação salutar, como forma de aproximação. Procure um evento que não seja só "jovem" e não seja só "coroa", ache algo comum que a níveis de sentimentos e empolgação (motivação) seja comum a ambos. E diversifique.
  • Fique atento para não negar as mudanças de comportamento, as minimizando, achando que são momentâneas ou passageiras (parafernália das drogas, sintomas físicos, mudanças súbitas de personalidade e comportamento suspeitos). Também não as maximize.
  • Valorize uma vida saudável, ajudando-os a vencer as frustrações, enfatizando a vida e a auto-estima.

PREVENÇÃO NAS ESCOLAS

A continuidade de concepções errôneas sobre o problema das drogas constitui um obstáculo para uma ação corretiva. Pesquisas mostram que o uso de drogas entre estudantes é dez vezes mais prevalecente do que os pais suspeitam. Além disto, muitos estudantes sabem que seus pais não reconhecem o grau do uso de drogas e isto os leva a acreditar que podem impunemente usar drogas. Os administradores de escolas e os professores, não tem ciência de que seus alunos estão usando e vendendo drogas, muitas vezes na dependência da escola, por se mostrar principalmente um ambiente "seguro"aos mesmos. É importante observar, que nenhuma escola tem problemas com drogas, quem tem problemas com as drogas, são os alunos que a freqüentam. A criança, ou jovem mais brilhante, da "melhor família da comunidade" pode ter este problema.

Os fatos são:

  • O uso de drogas não se confina a jovem de certas áreas geográficas ou de determinadas condições econômicas: o uso de drogas afeta jovem na Nação inteira.
  • As drogas são um problema sério não somente nas escolas secundárias como também, agora, nas escolas primárias, isto sem falar é claro nos centros universitários.
  • Há grande consumo de álcool no meio secundarista, atingindo a mais de dois terços dos alunos, além disto, a grande difusão da "maconha" institucionalizando-a erroneamente como uma droga natural e sem poder de dependência.
  • Todas as drogas psicotrópicas são perigosas, principalmente as ilegais e não existe algo como uso seguro ou responsável de drogas psicotrópicas ilegais
  • Embora o tráfico de drogas ilegais seja controlado por adultos, a fonte mais imediata de drogas para a maioria dos estudantes são outros estudantes. 

POR QUE TRATAR?

A dependência de substâncias psicoativas (álcool e drogas) é uma síndrome médica bem definida internacionalmente, cujo diagnóstico é realizado pela presença de uma variedade de sintomas que indicam que o indivíduo consumidor apresenta uma série de prejuízos e comprometimentos devido a seu consumo. É considerada doença crônica, tal qual a hipertensão arterial e o diabetes, e como tal acompanha o indivíduo por toda sua vida.

Como toda doença crônica, o tratamento é voltado para a redução dos sintomas, que afetam não apenas o paciente, mas toda a comunidade ao seu redor; períodos de controle da enfermidade são observados no tratamento, mas uma das características fundamentais é o retorno de toda a sintomatologia (recrudescências ou recaídas) em alguns períodos da vida do indivíduo. Apesar dos prejuízos que o indivíduo passa a apresentar pelo uso de drogas, outra característica fundamental da dependência é o fato do sujeito ainda assim manter o consumo ou freqüentemente a este retornar. Perde-se, parcial ou totalmente, a capacidade de controlar o uso, a droga passa a controlar a rotina do indivíduo. A definição como "síndrome" implica em uma série de sintomas que não necessitam estar todos os presentes ao mesmo tempo para o diagnóstico ser realizado. Este fato implica em uma variedade de quadros clínicos que se apresentam aos diferentes serviços de atendimento, garantindo as diferenças individuais entre os pacientes dependentes.

A dependência encontra-se classificada mundialmente entre os transtornos psiquiátricos, embora suas repercussões abranjam áreas de funcionamento não circunscritas à Medicina (social, psicológica, legal e criminal, educacional, etc.). O tratamento deste transtorno psiquiátrico deve, portanto, incluir aspectos comuns a todos os indivíduos acometidos (aspectos comuns da população de dependentes), bem como aspectos individualizados (particulares) de cada paciente. Neste texto focalizaremos alguns dos principais "aspectos comuns" dos tratamentos, chamando-os de ASPECTOS BÁSICOS.

Uma primeira questão emergente sobre este tema delicado se impõe: por que tratar? O tratamento de dependentes químicos, como conhece hoje em dia, já tem um longo percurso. O tratamento é uma das formas de minimizar os prejuízos que costumam ocorrer na vida do indivíduo, de seus familiares, de seus vizinhos e possíveis empregadores, do município onde este reside, enfim, da comunidade em que vive, de seu Estado bem como de seu País.

Os custos da dependência incluem gastos pessoais e familiares, do sistema de saúde, de perdas laborais de redução de impostos, do sistema judicial e correcional, de serviços policiais, exercendo um peso importante no orçamento nacional. Tratar a dependência significa investir para a redução destes gastos já citados, e a literatura científica internacional vem repetidamente apresentando os resultados positivos deste investimento.

Os resultados do tratamento mais freqüentemente citados são a redução do consumo de substâncias, a diminuição na utilização de sistemas de saúde e a menor participação em comportamentos ilícitos, associados direta e indiretamente ao uso de drogas e álcool.

O tratamento da síndrome de dependência necessita também abranger todas as áreas de impacto do consumo sobre a vida do paciente. Como suas conseqüências, como discutem acima, são de diferentes dimensões, uma abordagem multiprofissional passa a ser necessária para que o tratamento seja realmente eficaz.

Algumas definições são necessárias para evitar confusões. O presente texto utiliza estas definições para descrever os diversos instrumentos que são empregados no tratamento da dependência de substâncias psicoativas. Chamaremos de TRATAMENTO o conjunto de meios terapêuticos que lança mão o médico (ou a equipe médica) para cura de doença ou alívio do paciente, de acordo com a definição encontrada no dicionário Michaelis. O tratamento consiste na elaboração de determinada estratégia para obtenção de seus objetivos (ESTRATÉGIA – Ato de dirigir coisas complexas). Também é uma forma de INTERVENÇÃO (Intercessão, mediação) para obtenção de cura ou alívio para o paciente. Estratégias e intervenções lançam mão de modalidades e terapias: MODALIDADE – Cada aspecto ou diversa feição das coisas; TERAPIA – Parte da Medicina que se ocupa da escolha e administração dos meios para curar doenças ou obter alívio do indivíduo acometido. Cada uma destas possui sua própria forma de atuação, ou método (MÉTODO – Conjunto dos meios dispostos convenientemente para obtenção de um fim. Modo de proceder).


A NEGAÇÃO

O maior problema quando se lida com a dependência química é a NEGAÇÃO. O dependente químico raramente se dispõe a enfrentar diretamente os fatos que envolvem sua dependência, ou seja, o seu consumo de drogas. O dependente faz uma RACIONALIZAÇÃO em torno do seu comportamento porque não consegue ou não quer evocar o verdadeiro motivo desse comportamento (protege o uso de drogas). Ele RACIONALIZA e JUSTIFICA seu comportamento, negando a conexão entre a dependência química e as conseqüências desta.

O estímulo à liberdade individual, reforçado pela "filosofia" do "cuide de sua vida que eu cuido da minha", proporciona, no caso da dependência química, importante fator da negação. Quando se entrega o indivíduo decisões fundamentais referente ao seu consumo de químicos, reforça-se o risco da dependência, pelo mesmo mecanismo com que se reduz esse risco quando outras pessoas se envolvem nas decisões relativas ao uso de drogas.

Embora alguns dependentes reconheçam sua dependência, pelo menos nas fases iniciais, sem a intervenção enérgica de alguém, a tendência a negar, não se limita unicamente ao adicto. Famílias, médicos, professores, empregados, etc., preferem não tomar conhecimento, principalmente em relação aos problemas sociais que envolvem a drogadição, no seu meio. Tomar conhecimento significa ter que enfrentar uma situação penosa: ignorar que existe o problema é esperar que ele simplesmente venha a desaparecer ou que outras pessoas se encarreguem do assunto.

A distorção mais comum por parte do não usuário consiste em MINIMIZAR o problema de drogas e tentar conviver com o consumo destas por parte do usuário. "Ele mesmo vai dar um jeito nisto" ou, "É só uma má fase que ele está atravessando". Devemos lembrar que nenhuma pessoa por vontade própria abandona o prazer, quando muito, a substitui.

O dependente que elege uma droga de escolha, como a cocaína, por exemplo, tem a tendência a negar experiências com conseqüências danosas provocadas pelo uso de outras drogas (padrão seletivo de pensamentos). Ele acha que só tem problemas com aquela droga em particular e que por isso, não vê mal algum em continuar usando uma outra droga de maneira social.

Na base da dependência, parece existir o medo de crescer ou o medo da responsabilidade. Toda maneira de pensar e de agir do dependente químico esteve sempre voltada para proteger sua doença e defender o uso de drogas.

Enfim, a negação á a parte da doença que diz ao dependente que ele não tem uma doença. O dependente miniminiza para si mesmo e para os outros: os efeitos passam a se comparar com outros que usam drogas (sempre pessoas em estados mais avançados), culpa uma droga em particular, quando está abstinente compara a época do uso se auto-enganando dizendo que nada está diferente do que antes e dão desculpas plausíveis, mas inverídicas sobre o seu comportamento (manipula, mente) (Bom para mentir é o dependente, chega a convencer ele mesmo).

O que devemos observar? (Linha do confronto)

Devemos ficar bem atentos (isto tanto vale para o familiar confrontar, assim como para o próprio dependente em recuperação se auto-avaliar):

  • De que maneira o dependente deu desculpas bem plausíveis, mas inverídicas para o seu consumo de drogas? Quais foram? (é aquela velha história - isto está entre o que ele diz e o que ele pensa e aquilo que a família ou amigos entendem ser a realidade dele);
  • De que maneira ele tem agido compulsivamente, levado por obsessões, depois fingindo que planejou agir exatamente daquela maneira?
  • Será que ele realmente tem informações o suficiente sobre a adicção ou tratamento para que se auto-avalie em relação a possibilidade de controlar o seu comportamento antes que ele escape e rume para uma total perda de controle?
  • Como ele tem culpado outras pessoas pelo seu próprio comportamento?
  • Se ele está evitando agir realmente por se envergonhar ao ter que encarar os resultados de sua drogadição? Tipo, o quê os outros vão pensar?
  • Se ele tem comparado algum comportamento atual, estando ele em abstinência, ao da adicção ativa?
  • Se tiver comparado a sua adicção a de outras pessoas cuja adicção está em pior estado?
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